quinta-feira, 1 de novembro de 2012


Gostaria de escrever algo que tocasse o coração de quem lê. Mas, pra tocar em corações implica falar de amor? Há quem creia que sim, mas hoje não estou disposta a falar do tal amor. Hoje quero falar de um estado mutuo do ser vivente: a dúvida. Amiga dúvida que me acompanha em dias e noites em preto e banco ou em cores. Dúvida do que vestir, do que comer, do que falar... Enfim, a dúvida é minha fiel companheira. Estando em uma mesa de bar me pergunto se devo ou não beber, estando no trabalho indago se devo ou não engolir o cianureto, estando na aula me pergunto se devo sair ou ficar onde estou. A dúvida faz parte do cotidiano, há escolha entre pessoas e cá entre nós, esta é a que mais maltrata. Com alguém pode ter tanto poder a ponto de escolher entre pessoas seja para amar, ajudar ou ser amigo. Não acho pertinente escolher entre pessoas, todos são humanos com vícios e virtudes. E, quando o senhor tempo me joga esse tipo de escolha me sinto um ser que não subestimado, porém não me agrada querer alguém e deixar alguém á míngua, pois conhecendo minha alma errante perguntar-me-ia: fiz a escolha certa?

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